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São Miguel do Iguaçu sedia a 7ª Copa Joaquim Alves de Bocha com premiação recorde

Evento em março deve reunir a elite da modalidade da América do Sul; investimento público de R$ 397 mil garante suporte para competições e escolinhas de base.

  • 24/02/2026
  • Foto(s): Costa Oeste News
  • Esportes

O município de São Miguel do Iguaçu consolida-se como a capital sul-americana da bocha em 2026. Em entrevista concedida nesta terça-feira (24), o presidente da Liga de Bocha, "Pato", detalhou os preparativos para a 7ª Copa Joaquim Alves e a Copa Julecão, que acontecem entre os dias 20 e 22 de março. O evento contará com uma premiação histórica superior a R$ 80 mil.

A viabilidade do calendário esportivo foi garantida após a aprovação de um termo de fomento de R$ 397 mil pela Câmara Municipal. Segundo o presidente da Liga, o recurso é fundamental para manter o alto nível das competições e custear a logística das três equipes que representam o município (Série A, Série B e Feminino), além de investir na formação de novos atletas.

Destaques da Competição

A programação de março está dividida em duas grandes frentes que prometem lotar as canchas da cidade:

Copa Julecão (Individual): Terá início na sexta-feira (20), com 64 atletas. O grande diferencial técnico será a final disputada na modalidade "Só Tiro", a partir das 21h, nas dependências do CTG.

Copa Joaquim Alves (Trios): No sábado (21) e domingo (22), 64 trios entram em quadra na modalidade Rafa Volo. O trio campeão levará para casa o prémio principal de R$ 20 mil.

"É um dos maiores torneios do Brasil em termos de organização e premiação. Temos listas de espera para as inscrições, o que mostra a credibilidade do nosso trabalho à frente da Liga", destacou.

Infraestrutura e Economia Local

Para dar conta do volume de jogos, a organização utilizará oito canchas simultâneas: CTG (duas canchas), Clube de Campo, Santa Rosa, Santa Cruz, Aurora, São Jorge e Santa Rita.

O impacto econômico também é expressivo. A rede hoteleira da cidade e de municípios vizinhos, como Medianeira, já regista alta procura. "O objetivo é movimentar o comércio local. Os nossos patrocinadores e empresários não apenas ajudam financeiramente, mas fazem questão de estar presentes nas canchas assistindo aos jogos", pontuou.

Foco na Base

Além dos grandes eventos, a Liga de Bocha reforçou o compromisso com as escolinhas de base. Atualmente, os treinos ocorrem três vezes por semana em diferentes comunidades. Os resultados já são visíveis: no primeiro ano do projeto, a cidade conquistou o título de campeã paranaense na categoria sub-12.

Para 2026, a meta é separar os treinos por níveis de desempenho para "garimpar" novos talentos. "A bocha em São Miguel é uma tradição que passa de pai para filho, e o apoio do poder público é o que permite mantermos essa chama acesa com qualidade", concluiu.

Fonte: Costa Oeste News

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