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Segunda etapa de operação ambiental conjunta apreende pescado irregular em Capanema

Operação da PF, ICMbio e MAPA apreendeu 15 quilos de pescado de espécies nativas do Parque Nacional do Iguaçu, além de petrechos de pesca utilizados ilegalmente.

Segunda etapa de operação ambiental conjunta apreende pescado irregular em Capanema

A segunda etapa da operação conjunta de fiscalização ambiental resultou na apreensão de 15 quilos de pescado de espécies nativas do Parque Nacional do Iguaçu, além de petrechos de pesca utilizados ilegalmente, no município de Capanema, no sudoeste do Paraná. 

A ação reforça o cerco contra crimes ambientais que ameaçam uma das mais importantes áreas de preservação do país.

Coordenada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, a operação contou com o apoio da Polícia Federal e do Ministério da Agricultura e Pecuária. 

A atuação integrada fortalece o combate à exploração ilegal de recursos naturais, ao comércio clandestino e a outras práticas ilícitas.

Realizada em uma região de fronteira com a Argentina, a operação também tem como objetivo coibir crimes transfronteiriços, como o contrabando de produtos proibidos ou sem a devida autorização dos órgãos de controle. A localização estratégica intensifica a necessidade de fiscalização permanente e integrada entre as instituições.

Durante fiscalizações em estabelecimentos comerciais, as equipes identificaram indícios claros de produtos provenientes de pesca ilegal, prática que causa impactos diretos à fauna aquática do Parque Nacional do Iguaçu. A apreensão evidencia a continuidade de atividades predatórias, mesmo diante das restrições legais, e acende um alerta para a necessidade de intensificar o controle na região.

Assim como na etapa anterior, a operação tem como foco verificar a procedência dos produtos, garantir o cumprimento das normas ambientais, sanitárias e agropecuárias e coibir práticas ilícitas ligadas à exploração clandestina de recursos naturais.

Além da preservação ambiental, a ação também tem impacto direto na saúde pública. Produtos de origem irregular, sem qualquer controle sanitário, representam riscos ao consumidor, desde a manipulação inadequada até o armazenamento impróprio.

Os órgãos envolvidos destacam que operações conjuntas são essenciais para frear a degradação ambiental, proteger a biodiversidade e responsabilizar os infratores. Novas fases da fiscalização já estão previstas, com o objetivo de ampliar o monitoramento e endurecer o combate aos crimes ambientais e transfronteiriços na região.

Fonte: PF

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