Ouça ao vivo
Rádio Costa Oeste 106,5 FM

106,5 FM

Rádio Costa Oeste

Rádio Independência 92,7 FM

92,7 FM

Rádio Independência

Rádio Cultura 820 AM

820 AM

Rádio Cultura

Rádio Terra das Águas 93,3 FM

93,3 FM

Rádio Terra das Águas

Rádio Guaíra 89,7 FM

89,7 FM

Rádio Guaíra

Pode dar dipirona para cachorro?

Toda vez que o pet vai ao veterinário e sai da consulta com uma receita médica, a lista dos fármacos pode surpreender.

Pode dar dipirona para cachorro?

Enquanto alguns medicamentos são vendidos exclusivamente em pet shops, outros são comprados em farmácias tradicionais. Quanto aos remédios para dor, você já se perguntou se pode dar dipirona para cachorro?

Ao ouvir falar sobre o medicamento dipirona, é normal pensar no uso feito pelos humanos. Porém, ele também pode ser utilizado para tratar o pet, minimizando os momentos de desconforto.

Então, sim, você pode dar dipirona para cachorro! Porém, é preciso ter alguns cuidados, afinal, trata-se de um medicamento, exigindo atenção na hora de oferecê-lo ao cachorrinho. 

O que é e para que serve a dipirona?

Presença garantida na caixinha de remédios de muita gente, a dipirona é um anti-inflamatório não esteroidal que atua no alívio da febre e da dor. Também chamado de metamizol, o fármaco possui ação com baixo poder de combater inflamações. 

Portanto, em quadros de dor e febre, além do uso do remédio, é recomendado procurar um veterinário para identificar a causa do problema e receitar um medicamento adequado. 

Apesar da venda irrestrita no Brasil e da boa tolerância pela maior parte das pessoas, assim como por cães e gatos, a dipirona é proibida em alguns países, como Estados Unidos, Austrália e Japão. 

Isso ocorre porque, em alguns casos raros, ela já foi associada a quadros graves de redução do sistema de defesa do corpo. Para diminuir os riscos, utilize a dipirona para cachorro somente sob orientação veterinária!

Quando a dipirona é recomendada para cachorro?

Por causa da ação analgésica e antitérmica, o cachorro pode tomar dipirona  receitada para o alívio de sintomas como febre e dores moderadas. Já em caso de dores mais intensas ou quando o metamizol é insuficiente para acabar com os sinais, o veterinário pode recomendar um fármaco mais forte. 

Lembrando que paracetamol e ibuprofeno não são metabolizados corretamente pelo fígado de cães e gatos, portanto, nunca devem ser administrados aos pets!  Há medicações da linha veterinária que substituem esses fármacos.

Sobre o uso da dipirona, é importante destacar que ela atua somente no alívio da dor e da febre, sintomas secundários a algumas doenças, como as infecções em qualquer parte do corpo. 

Isso significa que, para restabelecer a saúde do pet, não adianta apenas administrar a dipirona. É preciso recorrer a um veterinário, descobrir a causa do problema e dar início ao tratamento adequado.

Não sabe quantas gotas de dipirona pode dar para cachorro? Em geral, recomenda-se a administração de 1 gota para cada 1 kg. Ou seja, um cachorro de 5 kg deve tomar 5 gotas, um cachorro de 7 kg, 7 gotas, e assim por diante.

Atenção aos cachorros de grande porte! De acordo com a maior parte dos fabricantes, o uso da dipirona para cachorro deve ser limitado à dosagem de até 35 gotas. Caso seu amigo tenha peso corporal superior a 35 kg, o veterinário pode recomendar um fármaco mais apropriado.

O que é melhor: gotas ou comprimidos?

Um dos motivos porque é sempre bom consultar um veterinário é que ele pode dar orientações sobre a melhor maneira de administrar determinado fármaco, prescrevendo a opção mais adequada, de acordo com o peso e as características do pet.

Geralmente, a dipirona é encontrada na forma líquida, em frascos de 20 ml. “Como os volumes são menores para pacientes menores, é possível administrar o fármaco em gotas”, diz Dr. Ítalo. Já para pacientes maiores, embora não seja regra, o volume maior pode tornar o uso das gotinhas inviável.

Para quem tem um cão de pequeno porte com dificuldade para ingerir o medicamento, uma dica é misturar a dipirona em gotas para cachorro na ração úmida. Seja como for, não deixe de conversar com um médico-veterinário!

Fonte: Meu Petz

Autor do post